A culpa é de quem?

O que mais encontro nos treinamentos realizados nas empresas são culpados. Encontros culpados, mas nunca encontro quem assumiu a culpa. Estranho não é mesmo?

Bem simples de entender este comportamento. Fomos criados e condicionados e culpar o outro ou a vida pelos acontecimentos em nossa vida, mas nunca fomos ensinados a ser responsável pelo que nos acontece. Fulano me trata assim, beltrano não fala comigo, etc.

Mas e você?  O que será que fez? Eu? Nada!

Mas será que você é tão coitado o suficiente para achar que não tem culpa de nada? É muito mais fácil colocar a culpa no outro. Mas vamos pensar juntos. Qual a imagem e o impacto que você causa nos outros para eles te tratarem como você não deseja?

Primeiro faça uma avaliação sobre suas atitudes que não gostaria que os outros fizessem com você. Quando olha de gente para a situação é muito mais fácil resolver, do que continuar colocando a culpa em outra pessoa.

O ato de olhar a situação é avaliar quais seriam as outras maneiras de fazer o que já faz melhor do que hoje, como você pode melhorar suas atitudes e como vai impactar seu relacionamento.

Ter a consciência de identificar o que você pode melhorar é uma atitude e tanto para seu melhoramento pessoal. Mas conheço algumas pessoas que ainda falam que não precisam melhorar em nada.

Este tipo de pessoa é inflexível e pode ser um alvo muito fácil na hora de uma demissão em massa.

Não interessa mais para uma empresa ter um ótimo funcionário técnico e o mesmo não ter bons relacionamentos. Os problemas que ele vai causar são maiores do que as vantagens que ele trás. Então é mais fácil dispensá-lo e trazer outro para ser treinado.

Por isso ainda vemos muitas pessoas sendo demitidas com alto índice de capacidade técnica. Quando o problema de relacionamento já está instalado, não adianta perguntar o que você fez para que o outro responda, só agrava o problema.

O passo mais inteligente e eficaz neste caso é você mudar por dentro para que as pessoas mudem com você.A mudança ocorre de dentro para fora e não de fora para dentro.

Pense nisso e resolva seus conflitos com inteligência.

Daniela Rosa
*Coach
*www.attitudecoach.com.br