Ambiente Empreendedor

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Prezado Leitor

Neste espaço, hoje e ao longo dos próximos posts, abordaremos aspectos relativos ao surgimento, contornos históricos, conceitos e cases relacionados à atividade empreendedora, considerada um fenômeno global, dada a sua força e crescimento capazes de promover a mudança e o desenvolvimento econômico.

Apresentaremos também as principais características de um empreendedor, esse novo profissional que deve ter a capacidade de inovar continuamente e que revolucione a maneira de administrar, trazendo o sucesso para as organizações, em um mercado cada vez mais competitivo.

Uma das primeiras definições da palavra empreendedor data do início do século XIX, do termo *entrepreneur, *incorporado à língua inglesa entre os economistas modernos por Joseph Schumpeter, que teve grande influência sobre o desenvolvimento da teoria e prática do empreendedorismo.

Há diversas definições para este termo, todas procurando expressar a essência desta forma de desenvolvimento de um negócio. Descrevo, a seguir, algumas que julgo estarem entre as melhores: “Empreendedorismo é aquele que destrói a ordem econômica existente pela introdução de novos produtos e serviços, pela criação de novas formas de organização ou pela exploração de novos recursos e materiais” (Schumpeter, 1949).

“O empreendimento é um comportamento e não um traço de personalidade e suas bases são o conceito e a teoria e não a intuição” (Drucker, 1987).

“Empreendedorismo se conceitua como o processo que envolve todas as funções, atividades e ações associadas com a criação de novas iniciativas empresariais” (Dornelas, 2000).

Com o passar do tempo, surge a necessidade de adequar antigos processos e produtos e criar novos, visando atender a uma nova estrutura econômica e de mercado. Do ponto de vista do empreendedor, isso é apresentado como uma urgência em se adaptar constantemente às novas exigências dos consumidores e da economia, passando a incorporar o conceito de inovação, que permite ao sistema econômico renovar-se e progredir constantemente. Mais do que isso, permite esclarecer que o empreendedorismo não é uma exclusividade de pequenos investidores dispostos a abrir um negócio, mas que grandes empresas podem ser consideradas empreendedoras, desde que apresentem inovações, no que é conhecido como empreendedorismo corporativo.

Fundamental e necessária a adoção de um pensamento estratégico que alcance todos os níveis do empreendimento, demonstrando a utilidade e necessidade de um plano de negócios, capaz de orientá-lo (a) na condução de sua empresa e que possibilite uma visão de longo prazo, essencial para a criação e manutenção de uma vantagem competitiva em relação aos seus concorrentes.

Gostaria de finalizar este primeiro post agradecendo ao Valério e a toda equipe do Elefante Verde Morumbi a oportunidade de compartilhar com você este fascinante assunto que, tenho certeza, muito o (a) ajudará na sua atividade profissional, indicando também, a cada *post, *uma bibliografia de leitura quase que obrigatória relacionada ao assunto, que complementará os temas aqui apresentados.

Até breve.

Fiquem ligados em breve mais novidades no Blog do Elefante Verde Morumbi.