As doenças e as emoções

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Hoje, ainda é difícil para muitas pessoas, aceitarem e compreenderem  que as doenças e as emoções estão interligadas. É muito mais fácil tomar um medicamento para aliviar uma dor de cabeça, do que compreender a mensagem que o organismo está sinalizando. Somos muito imediatistas, tratamos apenas das aparências, não buscamos a origem ou as causas de nossa doença.
   O corpo humano alcança o equilíbrio é através da livre circulação de energia no organismo, assim como através das trocas contínuas entre o corpo e o meio ambiente. Esse fluxo constante de energia nos mantém vivos. Quando a circulação de energia é interrompida ou não ocorre de uma maneira adequada surgem as doenças.
   Nosso corpo vai enviando pequenos sinais do desequilíbrio através de pequenas alterações funcionais, hoje uma dorzinha de cabeça, amanhã uma dorzinha nas costas depois um mal estar repentino, e fazendo uma pesquisa mais a fundo nada encontra que justifique aqueles sinais ou sintomas. Ao deixar de prestar atenção a estes pequenos sinais e mantermos o mesmo padrão de vida, a doença surge em algum órgão ou tecido, acompanhada de padrões mentais e emocionais bem determinados.
   Através do desequilíbrio conseguimos equilibrar novamente vivenciando a doença como caminho de equilíbrio. A doença é a consequência  de vários fatores que nos levam a desarmonia e desequilíbrio, e através da doença alcançamos saúde. Verifica-se, com uma certa freqüência, em pacientes com doenças graves ou terminais, relatos acerca de estarem vivendo melhor ou mais saudavelmente, a partir do momento em que se conscientizaram de sua doença.
   A doença é uma oportunidade para voltarmos para dentro de nós mesmos, de modo que possamos compreender o problema original e as razoes que nos levaram a este ponto, para que o problema possa ser resolvido. A função básica do terapeuta está em espelhar a verdade para o paciente, ajudá-lo a desenvolver uma consciência do processo de vida e dos mecanismos (obstáculos e ilusões) que se criam para gerar a doença e, também, poder ajudá-lo a entrar em sintonia com seus próprios recursos de cura, possibilitando o resgate da auto estima, da aceitação e do perdão.
  A doença, portanto, não é algo que vem de fora ou já está lá antecipada, é, sim, uma maneira peculiar de a pessoa se comunicar com o mundo em circunstâncias adversas. É,  um modo de ser no mundo, um modo de se relacionar com as pessoas em volta. Isso nos leva a rever nossos conceitos sobre a compreensão dos mecanismos de formação das doenças, e, em função desses princípios, nos leva a refletir sobre a importância de se mudar o foco da ação terapêutica. Nos leva a focalizar a doença como um caminho, focalizando no ?doente?, que na realidade é quem possui os recursos realmente curadores da doença.
 Cada vez há mais tomamos consciência que por trás de uma doença ou de um acidente existe sempre um pensamento ou crença negativa alimentada pela pessoa. Criamos uma realidade no nosso mundo mental, que se materializa em nosso corpo e  a nossa volta. Cada região do corpo além de prestar-se a uma determinada função do organismo pode indicar uma zona específica de conflito entre a mente e o corpo. Esses conflitos que geraram emoções estão relacionados a acontecimentos da nossa vida no passado, que não foram bem trabalhados e em razão disso, permanecem mal resolvidos e criando obstáculos para a vida atual. Quando refletimos sobre os conflitos e qual a nossa responsabilidade neles, pode ocorrer a liberação e distribuição de energia que facilita nossa consciência, expressão emocional e a organização de um novo modo de nos colocarmos diante da vida. As doenças são o caminho resultante de nossos pensamentos, emoções, crenças e padrões de comportamento, para conseguir o equilíbrio, precisamos promover mudanças em nossos hábitos e estilo de nossa vida.
**Quando a boca cala, o corpo fala! **
    O **resfriado** escorre quando o corpo não chora.
    A **dor de garganta** entope quando não é possível comunicar as aflições.
    O **estômago arde** quando as raivas não conseguem sair.
    O **diabetes invade** quando a solidão dói.
    O **corpo engorda** quando a insatisfação aperta.
    A **dor de cabeça** deprime quando as duvidas aumentam.
    O **coração desiste** quando o sentido da vida parece terminar.
    A **alergia aparece** quando o perfeccionismo fica intolerável.
    As **unhas quebram** quando as defesas ficam ameaçadas.
    O **peito aperta** quando o orgulho escraviza.
    A **pressão sobe** quando o medo aprisiona.
    As **neuroses paralisam** quando a criança interna tiraniza.
    A **febre esquenta** quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
   Neste processo, as praticas que visam o auto conhecimento, como a meditação e a oração são muito úteis. Podem também podem ser úteis as técnicas energéticas, as visualizações, os relaxamentos, bem como a terapia floral e a homeopatia e, em certos casos, as massagens. E acima de tudo precisamos compreender que nem sempre iremos compreender tudo que nos acontece, mas mantendo sempre o pensamento positivo, teremos uma vida mais harmoniosa e feliz.
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