Cantar à Capela – A harmonia vocal do Grupo Pentatonix

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Como músico amador (na realidade um simples tocador de violão) gosto de música independentemente do estilo, rítmo, época e origem. Boa música é aquela que lhe toca os sentimentos e lhe agrada ouvir em um específico momento.

Dentro deste meu conceito entra também a música cantada à capela (do italiano “a capella”) que designa uma interpretação musical entoativa e sem qualquer acompanhamento instrumental, onde só se escuta, por conseguinte, a voz do cantor ou cantores.

Sua Origem da expressão vem da prática do canto gregoriano – instituído pelo papa São Gregório Magno no final do século 6º feito apenas por vozes de monges que, normalmente, se dispunham a cantar numa capela lateral da igreja.

Esta expressão entrou no nosso vocabulário durante os jogos da seleção brasileira, onde a torcida costuma continuar cantando o hino nacional e completá-lo, mesmo após o término da pequena parte inicial instrumentada que faz parte do ritual da FIFA para os jogos entre seleções (Roberto Vieira relatou de forma precisa a emoção vivida deste momento no artigo “Hino à Brasileira”).

Um dos grupos que vem se destacando no canto a capela é o quinteto americano Pentatonix (ocasionalmente abreviado como PTX) cujo trabalho envolve interpretações de músicas pop e algumas composições originais, bem como o que os americanos chamam de “medley” (o nosso “pot-pourri”), com arranjos vocais muito legais, como este em que fazem uma viagem pela história da música.

O Grupo lançou o álbum “That’s Christmas To Me” (Algo como, “Isto é que é Natal para Mim”) no último dia 20, com interpretações de músicas natalinas americanas, onde a harmonia das vozes e as interpretações chegam a emocionar.
Vejam abaixo a linda interpretação de “Silent Night” (Noite Feliz) um dos destaques deste álbum: